
O diagnóstico do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) leva em consideração as perturbações crônicas de humor, caracterizadas pela existência de episódios agudos que oscilam entre a mania, hipomania e misto (quando há a presença dos dois episódios juntos).
Adentrando na literatura psicanalítica sobre o tema, nota-se a considerável produção que trata da temática, mas para isto é preciso ter em mente as recentes transformações que ocorreram no campo da saúde mental – como por exemplo a reforma psiquiátrica – que reposicionaram diversas nomenclaturas, critérios de diagnóstico e processos interventivos. Com isto, é de necessária atenção às transformações terminológicas no campo da psiquiatria às quais a psicanálise atribui créditos, porém guarda consigo fidelidade às raízes teóricas e concepção de homem que a embasam, sem deixar de dialogar com as produções teóricas da contemporaneidade.
Levando em consideração o momento histórico em que foi descoberto, as perspectivas contemporâneas e as altas taxas de incidência, a questão que norteia este trabalho é: quais os desafios encontrados ao tentar compreender o Transtorno afetivo bipolar?
De maneira geral, este trabalho tem por finalidade discutir a respeito do Transtorno Afetivo Bipolar sob o olhar da psicanálise, adentrando em pormenores em de suas raízes históricas e critérios de classificação, a compreensão psicanalítica sobre o transtorno e as formas de tratamento.
Esta pesquisa, de cunho bibliográfica narrativa, utiliza como metodologia a revisão de literaturas psicanalíticas que auxiliarão no desenvolvimento e o entendimento sobre o assunto. Serão levantados estudos clássicos da obra de Sigmund Freud e em estudos mais recentes no período de 10 anos, sendo todos relacionados com o tema deste trabalho.
Number of pages | 56 |
Edition | 1 (2018) |
Format | A5 (148x210) |
Binding | Paperback |
Colour | Black & white |
Paper type | Uncoated offset 75g |
Language | Portuguese |
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